| Uma obsessão eterna |
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Mateus 6.9-13
Na PalavraOcasionalmente no Antigo Testamento, Deus é citado como Pai, mas ele nunca é citado em oração como Pai. O início da oração tão intima de Jesus pode ter espantado seus ouvintes. Eles podem não ter ficado tão espantados ao ouvi-lo dizer “Meu Pai”, porque ele (claramente) tinha um relacionamento especial com o Todo-Poderoso. Mas instruir seus discípulos a chamar Deus desta maneira? Este nível de familiaridade fez Deus se tornar acessível e familiar – conceitos não tão fáceis para aqueles que adentraram na religião formal. Assim que Jesus nos disse que a intimidade com Deus está disponível a nós, ele parece entrar em conflito com a transcendência superior e a singularidade de Deus – sua santidade. “Santificado seja Teu nome”, ele diz. Em duas breves frases ele captura a essência de nosso relacionamento com Deus. Ele é ao mesmo tempo íntimo e unfathomable; familiar, mas ainda assim misterioso. Mesmo que possamos conhecê-lo profundamente, nós nunca o conheceremos totalmente. Na PráticaEste verso é também frequentemente considerado a abertura formal da oração de Jesus, e nós tendemos torna-la formal. Nós não podemos permitir que isto aconteça. Esta será nossa obsessão eterna, a verdade que preenche o vazio de nossas almas. Medite nestas riquezas. O maior mandamento – amar nosso Pai superior com todo nosso ser – começa aqui.
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